Brega é um termo utilizado aproximadamente desde 1982 para designar: 1) coisa barata, descuidada ou malfeita; 2) de mau gosto, sinônimo de “cafona” ou kitsch; 3) a música mais banal, óbvia, direta, sentimental e rotineira possível, que não foge ao uso sem criatividade de clichês musicais ou literários.
Tida popularmente como música feita por e para as classes sociais mais baixas, o brega também costuma ser aceito em segmentos de maior poder aquisitivo.
Suas raízes estão nas cançonetas trágicas de Vicente Celestino (Coração materno), no samba-canção abolerado da década de 1950, no bolero de cantores como Silvinho (Esta noite eu queria que o mundo acabasse) e Waldik Soriano (Paixão de um homem) e nos imitadores e diluidores do pop-rock da Jovem Guarda (Paulo Sérgio, Odair José, Fernando Mendes, Peninha).
Suas raízes estão nas cançonetas trágicas de Vicente Celestino (Coração materno), no samba-canção abolerado da década de 1950, no bolero de cantores como Silvinho (Esta noite eu queria que o mundo acabasse) e Waldik Soriano (Paixão de um homem) e nos imitadores e diluidores do pop-rock da Jovem Guarda (Paulo Sérgio, Odair José, Fernando Mendes, Peninha).
